Photo Diary: Sarria a Portomarín

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Buen Camiño!

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Dia 1: Chegada a Sarria

A manhã começou atribulada. Foram semanas de leitura, preparação, definição de caminhos, escolha de roupa e materiais, para depois me esquecer do essencial: pensar e agir como um espanhol. À hora de apanhar o comboio lembrei-me do óbvio. Em Espanha o fuso horário é diferente e, como tal, o primeiro transporte que nos levaria a Monforte de Lemos já tinha passado. O meu pai, incansável no apoio, levou-nos então de Salvaterra do Minho até Ourense num dia em que a chuva teimava em cair.

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Fazer a mala

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Preparar uma caminhada tem alguns pormenores a ter em conta. Até fazer o Caminho de Santiago eu nunca tinha andado mais de 100km em cinco dias e, embora seja uma pessoa que gosta de desporto, nem por isso me posso assumir como desportista. Nesse sentido, decidi conversar com quem já tinha ido e ler vários testemunhos de peregrinos. A época do ano condiciona a escolha de vestuário, contudo há regras e cuidados que se estendem a qualquer estação.

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Faz-te ao caminho

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Qual caminho? Após a excitação inicial perante a ideia de fazer uma caminhada histórica e cheia de simbolismo, era altura de decidir qual o trajeto a seguir. Um pouco por toda a Europa surgem rotas com destino a Santiago de Compostela como é o caso do caminho português ou do caminho francês que traçam as últimas etapas até à catedral de Santiago. Não importa de onde partam os peregrinos, chegados à Península Ibérica a maior parte integra um destes dois caminhos. O percurso francês é o que goza de maior popularidade e, em parte, isso deve-se ao facto de estar melhor preparado para receber os peregrinos com etapas bem assinaladas, postos frequentes de dormida, comida e farmácias. De qualquer modo é o caminhante que escolhe onde, como e qual o caminho que pretende seguir. Se for sua vontade optar por vias originais - como a Via de la Plata, o Primitivo, o Caminho do Norte e muitos outros – poderá fazê-lo com recursos locais limitados.

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Santi

23:58 Serendipity 0 Comments



Há certas ideias que nos acompanham sem percebermos de onde vem. Começam de forma difusa e transformam-se, com o passar do tempo, em objetivos pessoais. Ainda hoje não sei precisar quando pensei ir, pela primeira vez, até Santiago de Compostela. Puxo pela memória e recordo uma viagem do secundário pela Corunha, com uma passagem por Santiago onde podíamos visitar a Catedral e conhecer um pouco da sua história. De lá trouxe uma bruxinha, uma velha risonha, com roupa remendada e sorriso malandro que descansava sobre uma pedra. "É para lhe dar sorte", disseram-me.

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